IEMA tem projeto aprovado pela Fapema

Por RM

Postado em 23/09/2019 11:23:39



Professora Paloma Pinto e o grupo de alunas

A Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) aprovou proposta apresentada por um grupo de alunas do IEMA inscrito no Edital Nº 007/2019 da Fundação. O edital é referente a startups e tem por objetivo apoiar projetos de base tecnológica com potencial de reprodução, e acontece no âmbito do programa “Inova Maranhão”, conforme decreto estadual. O grupo, composto por alunas do curso técnico em segurança do trabalho, apresentou projeto que visa a criação de um dispositivo capaz de realizar monitoramento e gestão de espaços confinados.

O dispositivo foi batizado como MOGEEC. As alunas são da unidade plena do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão/Itaqui-Bacanga, dos cursos técnicos subsequentes, ofertados à noite.

“Ficamos muito satisfeitos com o resultado do edital ‘Inova Maranhão’, programa do qual participamos da concepção. Ao vermos os projetos dos nossos professores e estudantes sendo reconhecidos e selecionados pela Fapema, nos sentimos orgulhosos e convictos do caminho que adotamos para fazer do IEMA uma instituição de excelência”, pontua o reitor do Instituto, Jhonatan Almada.

“Ter um projeto de pesquisa aprovado no programa ‘Inova Maranhão’, cuja finalidade é contribuir com o desenvolvimento socioeconômico e fortalecimento do mercado de tecnologia com potencial de escalabilidade e reprovabilidade em nosso Estado, nos brinda e nos fortalece na certeza de que estamos no caminho certo. Nossas alunas e professores do curso de segurança do trabalho estão de parabéns por se permitirem ir além da sala de aula, produzindo ciência, de fato, traduzindo as ideias em práxis, colocando o conhecimento a serviço de soluções inovadoras”, enfatiza Christiane Lays Furtado Corrêa, gestora da unidade.

Paloma Araújo Pinto, professora do curso técnico em segurança do trabalho da UP, que orienta o grupo, conta que ‘ficou extremamente orgulhosa’ com o resultado que alcançaram. “Foram elas que me falaram do edital, tiveram a ideia e executaram. Me sinto lisonjeada por ter sido convidada a participar como orientadora”, afirma a professora, ao explicar que os espaços confinados são comuns principalmente em indústrias.

A ideia de desenvolver o dispositivo nasceu a partir da solicitação de um projeto empreendedor e inovador que o grupo recebeu durante a I Feira Tecnológica do IEMA, realizada em junho deste ano.  “Elas se inspiraram em uma disciplina de agente físico de risco. Buscaram dispositivos no mercado, pensaram em algo de baixo custo e de fácil entendimento. Esse dispositivo é bastante importante, porque visa salvar vidas, uma vez que o espaço confinado é muito perigoso e oferece alto risco de óbito”, ressaltou Paloma Pinto. 

Os próximos passos do grupo de alunas, após a divulgação do resultado final, são reunir a matéria-prima, formar a equipe de profissionais, comercializar. O resultado deve ser divulgado no início de outubro.

Fonte: SECAP



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Sobre Ricardo Marques

Advogado (OAB/MA 9572)
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