Chuvas provocam caos e levam pânico a comunidades de Caxias

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Postado em 22/02/2018 08:31:39



 

A situação em algumas localidades de Caxias (MA) - sobretudo da zona rural - já é bastante crítica. As chuvas que têm desabado sobre a região nos últimos dias provocam o caos e levam pânico à população. Os níveis dos rios Itapecuru e Parnaíba – bem como os de seus respectivos afluentes - subiram bastante e assustam as comunidades ribeirinhas.

No povoado Riachão, por exemplo, uma série de transtornos. Famílias estão desabrigadas. Animais morreram afogados. O Corpo de Bombeiros Militar sediado em Caxias foi chamado e fez o resgate e transporte de famílias que tiveram suas casas inundadas - até um barco teve de ser utilizado na operação que foi coordenada pessoalmente pelo comandante do 5º Batalhão (5º BBM), major Herisson.

Os repórteres José Carlos e Edivaldo de Farias estiveram lá e mostraram tudo em reportagem especial da TV Sinal Verde. As estradas que dão acesso ao povoado Riachão mais pareciam rios caudalosos. A água do riacho que corta a região - um dos afluentes do Itapecuru - avançou mais de 50 metros e invadiu casas. A Prefeitura enviou equipes da Defesa Civil e Assistência Social para ajudar as famílias que perderam praticamente tudo. A situação é grave e pode piorar, pois há previsão de chuvas ainda para os próximos dias.

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Mais de 12 mil crianças serão diagnosticadas com câncer este ano no Brasil

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Postado em 21/02/2018 08:46:24



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Cleide Coutinho reúne grupo político em Caxias

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Postado em 20/02/2018 10:51:07



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Campanha da Fraternidade 2018 aborda violência

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Postado em 20/02/2018 08:31:13



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Passa um Carnaval rico em gastos, pobre em criatividade, e reincide a dura realidade de Caxias

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Postado em 19/02/2018 16:06:15



O carnaval passou e a banda já não toca mais. A alegria, efêmera, deu lugar a tristeza de uma realidade doentia. Este ano o Reinado de Momo em Caxias (MA) foi pobre. Não que tenha custado pouco para os cofres da municipalidade. Foi um carnaval caro para o povo que bancou a conta. Paradoxalmente, no entanto, embora tenha custado caro, foi pobre. Pobre de criatividade. Reinou o besteirol que incensa os medíocres e só embala elogios de babões.

Este ano a Prefeitura matou o desfile das escolas de samba, uma tradição bonita e alegre que movimentava meio mundo de pessoas e exercitava a criatividade dos nossos carnavalescos e brincantes. Pode um Carnaval sem desfile de escola de samba? Pode, é tosco, mas pode!

Também não teve o Corso, que caminhava para virar outra tradição do carnaval caxiense. Morreu natimorto. Assassinado.

Com as cinza do pós-carnaval, veio a dura realidade atual de Caxias. Na UPA e nos postos de saúde não tem remédio nem para aliviar dor de dente.

Um homem com fortes dores na coluna foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento. O médico plantonista quase não nada pôde fazer. Admitiu ter mandado o paciente de volta para casa porque lá, na UPA, não havia uma Cibalena sequer.

Pobre Caxias!

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O desabafo de Cutrim

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Postado em 08/02/2018 10:49:24



Repercute o desabafo do deputado Raimundo Cutrim. Da tribuna, o parlamentar que é do mesmo partido do governador (PCdoB), trouxe à tona o que a maioria dos parlamentares  há tempos murmura entre quatro paredes: "secretários-candidatos" fazem uso exacerbado da caneta para tomar apoios de prefeitos. Segundo Cutrim, não somente deputados da base governista estariam sendo vítimas dessa autofagia, secretários de governo também - o prefeito de Pindaré Mirim, aliado histórico do chefe da Casa Civil Marcelo Tavares, estaria entre os assediados.
 
O governador Flávio Dino faz uma gestão de qualidade indiscutível, elogiada, inclusive, pela grande imprensa nacional que reconhece os avanços de ordem socioeconômica registrados no Maranhão, com base em estudos sérios de renomados institutos. Nem de longe o estado lembra aquele de até 2014 quando somente aparecia em rede nacional por conta de mazelas como pobreza extrema e violência alarmante.
 
Hoje, o Maranhão aparece pelas virtudes administrativas do Estado e belezas naturais. A despeito da terrível crise político-econômica que castiga o Brasil, não há registro de atraso salarial no setor público e concursos públicos para as mais diversas áreas têm sido realizados, além de investimentos em saúde, segurança, educação e infraestrutura que estão mudando a cara e a realidade do Maranhão.
 
Mas, como tudo na vida, nem tudo são flores. Mesmo um governo eficiente, como é o de Flávio Dino, tem, sim, problemas. O excesso de "secretários-candidatos" ocupando cargos  estratégicos é um deles. Secretário com pretensão eleitoral puxa sardinha para o saco dele, nem de longe pensa primeiro no  governo ou no governador - se for possível conciliar as três coisas ótimo, senão, tratará de salvar a própria pele, é a lei natural da sobrevivência - e não pensará duas vezes antes de atropelar um aliado ou parceiro de governo e até renegar o próprio governador.

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Porquê o Brasil pode não dar certo nunca

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Postado em 07/02/2018 12:35:02



O Brasil é um país de indicutível potencial, porém alguns elementos apontam que o país pode não dar certo nunca. Somos um povo com grave defeito de entendimento e prática de noções éticas e morais - brasileiro procura levar vantagem em tudo. A classe política brasileira está entre as mais corruptas do mundo, entretanto, o eleitor não está nem aí, vota em candidatos fichas-sujas, corruptos notórios - e, pior, aponta o dedo para corruptos que não lhe agradam ou não lhe trazem alguma vantagem qualquer, ainda que subjetiva, e alivia para aqueles que lhe são "simpáticos, como se possível fosse existir "bandido do bem". E quando os corruptos são expurgados da vida pública pela justiça, o povo trata de eleger a mulher, o filho ou neto do expurgado que roubou o dinheiro público.
 
Outro ponto que atenta contra o futuro do País são os poderes, inclusive o Judiciário, que deveria ser exemplo de moralidade e ética e, no entanto, se cerca numa bolha virtual para garantir benesses imorais a favor dos nossos togados. Peguemos como exemplo o caso do recém-empossado presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) - o maior do Brasil -, o desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças. Ao ser questionado sobre o valor que recebe de auxílio-moradia, de R$ 4,3 mil, disse achar "muito pouco” - note que o valor é quatro vezes e meia o salário mínimo.
 
Mas o escárnio não acaba aí. Excelência - que acha "muito pouco" o valor do famigerado auxílio-moradia - é dono não de um, mas de vários imóveis na cidade onde mora em casa própria. Para tentar defender o indefensável, o desembargador alega que "o auxílio-moradia é um salário indireto”. E reclama que há defasagem salarial - o salário mensal dele, sem nenhum penduricalho, é de "apenas" R$ 30,4 mil. Talvez o valor seja mesmo defasado, se levado em conta a rotina de um juiz. Diferentemente daquilo que muita gente imagina, juiz não tem vida mole, o trabalho é de fato  estafante. Mas o teto salarial é constitucional. Falar em  “Salário indireto” é forma de driblar o teto, e ninguém - juiz menos ainda - pode driblar lei.
 
Essa débil compreensão que o brasileiro tem acerca de ética tem levado muita gente achar que cada um pode agir com a ética que entende ser adequeda. É esse entendimento que embala a classe política, por exemplo, quando um deputado ou senador acha normal exigir uma 'comissãozinha' do prefeito de uma cidade beneficiada por uma emenda parlamentar qualquer por ele apresentada.
 
O futuro de uma nação cujo povo compreende ética como algo que pode ser adequada a cada situação é temerário. Seja professor, doutor, agricultor, desempregado, autônomo, funcionário público ou privado... todos têm o dever de compreender ética como algo imutável e inflexível. Mais ainda os magistrados por serem eles os julgadores. Quem tem nas mãos o destino de muita gente, de questões públicas e privadas, não pode tratar ética como se fosse algo que cada um decide individualmente, conforme as conveniências, e está tudo bem. E precisa dar  bom exemplo sempre!

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Cleide e o fator agregador

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Postado em 06/02/2018 12:15:38



Entre os fatores que explicam o entusiasmo da classe política com a possibilidade  de Cleide Coutinho ocupar a vaga de vice na chapa majoritária encabeçada pelo governador Flávio Dino estaria o fato de que, num eventual novo governo dinista, haveria um canal de interlocução direta com o governador, nos moldes e nível daquele que existia na pessoa de Humberto Coutinho, até este falecer no primeiro dia deste ano.
 
Faz sentido! Flávio era muito próximo de Humberto, como é de Cleide. A relação do governador com o casal Coutinho é umbilical desde quando ele deixou a magistratura para ingressar na seara político-partidária. Aliás, o próprio governador nunca escondeu isso de ninguém. Dizia em alto e bom som que HC era o copiloto de seu governo. Natural supor que ela, pelo histórico que construiu com apoio do marido e por via própria também, reúna predicados suficientes para ocupar o vácuo.
 
Ainda ontem, dois colegas jornalistas, assessores próximos de prefeitos de duas importantes cidades do leste maranhense, confidenciaram a este redator que os mandatários municipais por eles assessorados acolheram muito bem a possibilidade de Cleide Coutinho ser a candidata à vice de Flávio Dino, e até já sugestionam junto a deputados de suas bases no sentido de exporem suas opiniões favoráveis à consolidação do nome da "mulher", como a estão chamando nos bastidores.  
 
O nome de Cleide Coutinho, portanto, carregaria em si um fator agregador importante para a chapa dinista.

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O efeito Cleide Coutinho

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Postado em 05/02/2018 11:53:00



Cleide Coutinho está de vez inserida entre aqueles cotados para compor a chapa majoritária ao lado do governador Flávio Dino, na condição de candidata à vice. Nem tanto por iniciativa dela - que já anunciou a pretensão de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa -, é mais por força daquilo que pode exigir o atual contexto político-partidário e eleitoral do Maranhão. Aliás, a eleição de Cleide Coutinho para deputada estadual é considerada pule de dez entre políticos e analistas. Uma eleição tranquila, sem sobressaltos.
 
Ocorre que um nome da estatura do de Cleide tem responsabilidades maiores do que as próprias aspirações pessoais. A exemplo do marido Humberto Coutinho, ela sempre prioriza o grupo. E Cleide sabe que o embate eleitoral que está por vir será decisivo às pretensões do grupo político liderado pelo governador Flávio Dino - do qual ela faz parte como uma das vozes de maior influência.
 
O futuro do próprio Maranhão, no contexto macro, também estará em jogo, pois numa eventual não reeleição de Flávio Dino, o Estado estará sujeito a um terrível retrocesso no campo socioeconômico - coisa que ninguém com o mínimo de bom senso quer que aconteça.
 
Daí porque, a escolha do candidato à vice ser prerrogativa exclusiva do governador - que, certamente, levará em conta aspectos objetivos e também subjetivos que se coadunam com aquilo que ele imagina como construção de futuro para o atual projeto posto em prática no Estado.
 
Mas é óbvio que a capacidade de aglutinar é um elemento que, certamente, será levado em conta na escolha.
 
E neste quesito, como destaca o jornalista Jotônio Viana, na 'Caxias em Off' de ontem, só a possibilidade de Cleide Coutinho ser a candidata à vice gerou forte repercussão favorável no meio político. Indiscutivelmente - e sem nenhum demérito àqueles que postulam ocupar a vaga -, Cleide é o nome que mais agrega, pois acomoda interesses de várias vertentes que integram o todo do grupo liderado pelo governador Flávio Dino. E é um nome sem rejeição dentro do dinismo, porque ela - juntamente com o marido Humberto - ajudou a construir a tragetória de Flávio até a chegada ao Poder, fato corroborado por todos os demais aliados do governador e por ele próprio.

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Cleide Coutinho vice de Flávio Dino

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Postado em 02/02/2018 12:02:07



Cleide Coutinho é um excelente nome para vice-governadora de Flávio Dino. Ela tem o perfil ideal para compor a chapa majoritária ao lado do governador na eleição de outubro próximo. Tem densidade eleitoral - exerceu dois relevantes mandatos de deputada, e somente se afastou para abrir espaço para o marido Humberto Coutinho, quando este decidiu retornar ao parlamento estadual, onde faleceu, no primeiro dia deste ano, no exercício da Presidência da Assembléia Legislativa -; acompanhou o marido na costura da ampla aliança que elegeu FD; é bem relacionada com todas as correntes políticas do Estado; e herda, naturalmente, o cacife eleitoral de HC, que morreu no auge da carreira política - se vivo estivesse, e com saúde, seria eleito senador em 2018 sem contratempos, se quisesse.
 
Herda naturalmente o cacife eleitoral do marido, não somente porque foi esposa e companheira por mais de 50 anos. Não. Cleide Coutinho tem virtudes próprias. Claro, HC marcou como um dos grandes líderes na História do Maranhão e esse fato contribui no fortalecimento da imagem da viúva dele - é natural até. Mas Cleide sempre teve luz própria, foi fundamental na construção da vitoriosa carreira política do marido, tendo participado diretamente de todas as decisões tomadas pelo 'Grandão'.
 
Ora, é sabido que Humberto Coutinho jamais dava um passo à frente sem antes ouvir aliados e subordinados. E, claro, ao final, consultava e dividia com ela as decisões que tomava. Cleide, assim, era uma conselheira de luxo, espécie de bússula para o marido. Foi fundamental, inclusive, na construção do grande líder político que o Maranhão conheceu. E tal qual ele, honra e cumpre a palavra empenhada dentro e fora da seara político-partidária.
 
Talvez este artigo me renda uma 'cleidada' - expressão cunhada pelo jornalista Jotônio Viana e adotada pelo governador Flávio Dino, para adjetivar os 'carões' que Cleide Coutinho, de maneira sincera e espontânea, costuma passar em quem sai da linha -, mas a assertiva expressa aqui não é exclusividade da cabeça deste redator. E não somente de pessoas de Caxias - dois colegas jornalistas de São Luís e um prefeito da Baixada, pelo menos, já me indagaram diretamente sobre a possibilidade de Cleide ser a vice de Flávio.
 
E justificam que tal possibilidade tem força de virar realidade pois, além dos argumentos acima citados, há muitos outros mais. E muita gente quebraria lanças por essa chapa.

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Sobre Ricardo Marques

Advogado (OAB/MA 9572)
Jornalista (904/MA - MTE)
Radialista (3586/CE - MTE).

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